Pular para o conteúdo

Brasil e Mundo

Cães são ótimos protetores para famílias com crianças e até bebês

26 de abril de 2024

A loja ABC da Construção possui as melhores ofertas e promoções semanais para construir ou reformar. São diversos itens com preços acessíveis, para deixar qualquer ambiente mais sofisticado. ABC da construção fica na Av. Ver. Nelson Elias, 1355 na entrada de Guaxupé, no Japy. Tel/whats (35)3406-2497.

Relação dos animais com novos membros é positiva, mas necessita que os tutores introduzam o pet à nova rotina da casa

 

Quando nasce um bebê na família, muitos pais alimentam a angústia: “e agora, o que fazer com o cachorro?”. Algumas famílias decidem por adotá-lo, enquanto outros resolvem mudar completamente sua rotina. Cômodos onde o cão tinha passe livre para transitar passam a ser proibidos. Dormir no sofá e no quarto, nem pensar! Tudo para evitar que os caminhos dele e do bebê se cruzem.

“Claro que é um senso de proteção dos pais, para não dizer medo. Mas isso também gera um trauma para o cãozinho, que percebe que o tratamento foi alterado e que sua rotina já não é mais a mesma de antes”, alerta Simone Cordeiro, diretora-comercial da Au!Happy, operadora de plano de saúde exclusivo para pets. “Além de fazer mal a uma relação que até então era positiva, os tutores estão perdendo uma grande chance de estabelecer um vínculo de amizade entre o pet e o bebê”, complementa.

E há estudos comportamentais que mostram uma tendência de aproximação e até de proteção do animal em relação ao bebê. Isso graças a um instinto canino chamado impulso de matilha. “O impulso de matilha é um senso próprio desses animais, que desenvolvem a proteção do seu grupo. Num ambiente doméstico, esse grupo é a família com quem ele convive. E uma das características é exatamente de proteger os membros considerados mais vulneráveis”, explica a diretora-comercial da Au!Happy.

Por outro lado, ela adverte que o afastamento e a mudança brusca de rotina do animal como forma de proteção da criança pode gerar traumas e até doses de ciúmes. “É possível que ele se sinta ameaçado se sentir que está sendo deixado de lado ou isolado. O ideal, portanto, é manter intocável sua importância para a família depois do nascimento do bebê. O mínimo que se puder intervir nos seus hábitos será o melhor a se fazer. Ele não tem motivos para atacar um bebê, mas esse é um movimento que deve ser realizado de forma gradativa”, orienta.

 

Cães imitam alegria dos humanos

 

Simone Cordeiro explica que os cães imitam os sentimentos humanos, inclusive a felicidade, o afeto e o silêncio diante de um bebê. “Há muitos casos de cães que evitam latir perto da criança para não acordá-la, por exemplo. Eles seguem o comportamento dos tutores e sabem que o bebê ou a criança são especiais, e procuram trata-las exatamente desta forma. Por isso, é um momento que eles devem compartilhar com o pet; não distanciá-lo disso”, conclui Simone.

 

Fonte: Depto. de Jornalismo – Naves Coelho Comunicação