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Brasil e Mundo

Receita Federal emite alerta sobre uso do cartão de crédito e novas regras fiscais

2 de fevereiro de 2026

Monitoramento mais rígido do cartão de crédito acende alerta na Receita Federal e exige atenção redobrada para evitar problemas fiscais.

O uso do cartão de crédito entrou de vez no radar da Receita Federal. Com o avanço dos pagamentos digitais, o Fisco passou a monitorar com mais precisão os gastos dos contribuintes, cruzando dados enviados automaticamente por bancos e administradoras.

A mudança não cria um novo imposto, mas altera a forma de fiscalização. Movimentações elevadas ou incompatíveis com a renda declarada podem gerar questionamentos e até autuações.

Na prática, o cartão se tornou um termômetro do padrão de vida. Se a conta não fechar, o contribuinte pode ser chamado a explicar a origem dos recursos usados para pagar a fatura. Como funciona a fiscalização sobre o cartão de crédito

Instituições financeiras são obrigadas a informar à Receita transações consideradas relevantes, seguindo critérios e valores mínimos definidos para pessoas físicas e jurídicas. Esses dados ajudam a traçar um retrato detalhado do comportamento financeiro. Emprestar o cartão e outros cuidados para evitar problemas

Emprestar o cartão a terceiros é comum, mas envolve risco fiscal. Para a Receita Federal, toda despesa é atribuída ao titular, independentemente de quem realizou a compra. Se os valores ultrapassarem a renda declarada, será preciso comprovar ressarcimentos. Sem documentação, o gasto pode ser tratado como acréscimo patrimonial sem origem, sujeito a imposto, multa e juros.

Guardar comprovantes, separar despesas pessoais e profissionais e usar transferências identificadas para reembolsos são medidas simples. Em um cenário de fiscalização eletrônica mais rigorosa, coerência entre ganhos e gastos é essencial.A Receita cruza informações de bancos, cartões, empregadores, maquininhas e prestadores de serviço. O objetivo é verificar se os gastos estão alinhados à renda declarada no Imposto de Renda.

Quando o consumo indica poder aquisitivo maior que o informado, o contribuinte pode cair na malha fina. Pequenos gastos isolados raramente geram problemas, mas padrões elevados e recorrentes chamam atenção. Por que o controle foi intensificado e quem mais sente o impacto

O reforço na fiscalização está ligado ao combate à sonegação, à lavagem de dinheiro e à circulação de valores sem origem comprovada. Com menos uso de dinheiro em espécie, o cartão passou a concentrar essas operações. Trabalhadores informais e pequenos empreendedores estão entre os mais impactados. Muitos usam o cartão para despesas pessoais e profissionais, o que pode gerar inconsistências na análise fiscal.

Quando não há registro de faturamento compatível, a Receita pode entender os gastos como renda omitida. Formalização, organização financeira e registro de receitas ajudam a reduzir riscos.
Se os valores ultrapassarem a renda declarada, será preciso comprovar ressarcimentos. Sem documentação, o gasto pode ser tratado como acréscimo patrimonial sem origem, sujeito a imposto, multa e juros.

Guardar comprovantes, separar despesas pessoais e profissionais e usar transferências identificadas para reembolsos são medidas simples. Em um cenário de fiscalização eletrônica mais rigorosa, coerência entre ganhos e gastos é essencial.

Fonte: Portal 6

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